É lindo quando vemos uma pomba branca voar num céu azul olhando-nos.
Assim como esta.
E ainda mais linda se torna se for acompanhada por uma bela música como esta da selecção do George Baker.
Mas, ainda mais linda, se todo este aparato de pomba e música servirem para enfeitar a Rádo Ventor. Portanto, para aqueles que já se esqueceram da Rádio Ventor, ela ainda não morreu. Faz parte das minhas músicas de sonhos.
O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás
Já há muito que não coloco um post na Rádio Ventor. Hoje tropecei na Edelweiss e resolvi falar sobre essa flor linda que me chegou a confundir levando-me a pensar tratar-se de uma região austríaca. Com o tempo apercebi-me que não passava de uma flor.
Uma flor alpina das montanhas europeias que existe em altitudes superiores a cerca de 1600 metros. Ela é a chamada Leontopodium alpinum,conhecida popularmente por edelweiss ou pé-de-leão. Cresce em rochas e em fendas e é considerada osupremo talismã do amor como diz a lenda. É também a flor nacional da Áustria e da Suiça. Os generais suíços, em vez de estrelas usam a edelweiss.
Edelweiss a música composta em 1959 por Rogers e Hammerstein para "The Sound of Music" a nosa célebre "musica no Coração".
Esta flor é a edelweiss
Ela tem brácteas brancas e lanosas em torno de pequenas flores e folhas cinza-esverdeadas
O Ventor andava eufórico com as músicas e pensou em aconselhar Pelágio sobre os instrumentos que os árabes tinham trazido e outros que eram usados para além dos seus domínios.
Trilhos de Mundos, foi assim que o Ventor deu a conhecer a Pelágio coisas sobre os árabes da All-Andaluz e da sua Córdova. Pelágio também esteve em Córdoba como prisioneiro de Munuza (Governador muçulmano das Astúrias) mas dedicou esse tempo a estudar como fugir daquela prisão e não teve tempo suficiente para se dedicar à cultura dos árabes.
Aqui o Ventor dá a conhecer a Pelágio instrumentos musicais da época.
Pelágio e os visigodos das Astúrias e da Cantábria organizaram-se a partir da região de Gangas de Onis, combatendo os muçulmanos que vieram a vencer e formaram o Reino das Astúrias.
Cruz da Vitória guardada na Catedral de Oviedo
Trovadores
Com a Cruz da Vitória, começaram a avançar, de norte para sul, durante séculos, as tropas das Astúrias, armadas de instrumentos de guerra e acompanhadas de trovadores armados com os seus alaúdes. Sim, foi uma conquista de séculos!
Ele junta a beleza de uma das Sete Maravilhas do nosso, tempo - as ruínas do Coliseu de Roma.
Ele junta as vozes destes belos rapazes - Il Divo.
Ele junta um dos expoentes máximos da música - Amazing Grace.
Uma vez, tempos atrás, entrei na FNAC do Colombo e encaminhei-me para a área da música. Olhei um grande écran e vi estes quatro rapazes a cantarem Amazing Grace, tendo como pano de fundo as ruínas do Coliseu de Roma. Por fim, aparece nas muralhas a gaita escocesa a tocar Amazing Grace. No conjunto, de sons, a música, as vozes dos rapazes a utilizarem os vários tons e a gaita escocesa, galega ou qualquer outra origem, deixaram os meus olhos pendurados nesse Écran, por algum tempo.
Como se trata de um vídeo do Youtube, deixá-lo-ei aqui, enquanto me for permitido porque ele merece ser ouvido por todos que caminham ao lado da Rádio Ventor, recordando essas maravilhas que tornam a vida bela.
O meu Quico gostava de ouvir Amazing Grace tocadas e cantadas serenamente.
Mas recordo-me de quando coloquei o vídeo dos Il Divo, quando eles mudam de melodia e aplicam os Graves, o Quico olhou para mim e nem perguntou "pernas para que vos quero"! Só parou na outra varanda.
O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás
Tocou o seu sarau, a solo e a 4 mãos com o seu professor: "The Surprise Simphony Theme the Haydn, o "Balão do João"!
Foi uma boa caminhada!
Primeiro, a Maria, a solo:
A Maria pode vir a ser uma boa pianista e, um dia, levar o Ventor, numa noite de inverno, tapado com um cobertor eléctrico, ouvir alguns dos seus saraus. Quem sabe?
Depois, a Maria, a quatro mãos, com o seu professor:
Eles aí estão, mexendo nas teclas com o àvontade de Haydn
Depois disto, e da maria terminar a sua aula, de seguida, lá fomos nós aos "nacos"!
A Maria, a meu lado, á minha esquerda, entreteve-se a tratar do seu naco. Vejam só isto! Tratar do naco na pedra não é fácil! E ainda, por cima, com as mãos e dedos de pianista. Por isso eu virei-me para os "secretos do porco preto alentejano, grelhados", também uma maravilha do Paço, que não precisa de intervenção!
Vejam como a Maria sabe tratar do seu Naco!
Aposto que, tudo isto, faria inveja ao Haydn e até o balão do João, se fosse uma coisa viva, rebentaria de inveja! Mas a Maria ainda não liga a essas coisas! Piano e naco, são maravilhas, a não perder.
O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás
Coloquei o fado da Amália, por não ter o da Cristiana.
As minhas músicas são velhas, mas são a meu gosto e são muitas. E isso basta-me!
Mas agora enveredei por uma espécie de alternativa às minhas velhas músicas. Há momentos de saudade e é preciso viver esses momentos e que melhor que o fado para isso?
Mas eu acho o fado sempre jovem. Tal como as minhas músicas velhas, sempre jovens e sempre actuais. Hoje apareço aqui, na Rádio Ventor, para vos falar das minhas últimas aquisições musicais. Apenas fado! Quatro CD’s com 47 fados!
Pois foi! Desafiaram-me para uma noitada de fados e como não gosto de ser desmancha-prazeres, acedi! Aproveitei um belíssimo jantar e ouvi fados até cerca das 02:00 da manhã. Mas há quem perceba disto e em vez de me deslocar a uma clássica Casa de Fados desloquei-me ao Clube Desportivo de Barcarena. Nem mais!
Tivemos lá, há dias, uma bela noite de fados, cantados por velhadas como eu e por uma jovem a quem prevejo um grande futuro. Espero não me enganar.
Estes azulejos representam o fado em todo o lado. Também me ajudam a esquecer os xailes do Clube Desportivo de Barcarende barcarena
Alguém disse que o fado é o elo mais curto para a saudade. Quem não tem saudades de velhas fadistas como a Hermínia, a Amália e tantos outros? Mas estes fadistas são uma espécie de trovadores do fado. A verdade é que não ficam a dever nada aos grandes cantores fadistas do momento. Mas é preciso sorte para singrar na vida!
Pois ouvi os fadistas e comprei-lhes quatro discos mas coloco aqui esta bela jovem que me fez recordar a Amália.
Eu não percebia nada daquilo e tinha comprado dois discos a dois companheiros dela. Quando ela se chegou junto de mim, com o disco na mão, eu disse-lhe que não estava interessado que já tinha comprado dois. E, dizendo isto, ia pensando que ela ainda poderia vir a ser fadista. Mas depois tive pena dela. Levantei-me, cheguei junto dela na mesa dos fadistas e disse-lhe que sempre queria o seu disquinho. «Arrependeu-se», disse ela. Não, mas acho que sou burro não comprar o disco de quem espero e acredito, venha a ser uma grande fadista! Tinha-a ouvido cantar dois fados e tinha gostado.
Recebeu o dinheiro, assinou o disco, fizemos uma festinha na face, um do outro, e os fados continuaram. Então não é que fiz bem comprar o disco!
Força Cristiana!
O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás
Alguns dos meus vídeos favoritos, estão aqui juntos desta florzinha azul a que chamam verónica
Aqui na Rádio Ventor, agora podem ouvir as músicas da minha Rádio, ou ouvir as minhas músicas e ver os vídeos que a elas estão associados.
São músicas que nos fizeram sonhar, caminhando no tempo.
Julgo que toda a gente gostará destas músicas e sobre algumas delas irei falando.
Mas, aqueles que estão agora a entrar nestas andanças, não se esqueçam que, para ouvir os vídeos têm de calar a Rádio na coluna da esquerda clicando no BOTÃO DA PAUSA e depois, clicar na SETINHA, no centro do vídeo
O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás
Ontem à noite liguei a televisão e ouvi um som. Um som maravilhoso! Ao olhar, vi dois velhadas, lado a lado. 62 anos, disseram! Desci, numa correria louca, os degraus do tempo e parei no patamar dos meus discos velhinhos. Das entranhas dos meus discos saíram, já não as vozes de ontem, mas as maravilhosas vozes de tempos passados. Por mim passaram anos felizes, em catadupa, uns atrás dos outros. Com eles, o som desbravou o éter à minha frente e vi passar a imagen daqueles rapazes pelo meu nervo óptico, até chegar à imagem do Colisu de Roma.
Old Friends, Cecília, El condor Pasa, Bridge Over Troubled Water, The Boxer, he Sound of Silence, ... e tantas outras belas músicas que sempre me acompanharam pelos anos fora. Meus amigos, estava mesmo com saudades do Paul Simon e do Garfunkel.
Deixo na vossa imaginação esta maravilha!
Old friends, old friends, Sat on their parkbench like bookends A newspaper blown through the grass Falls on the round toes of the high shoes of the old friends
Old friends, winter companions, the old men Lost in their overcoats, waiting for the sunset The sounds of the city sifting through trees Settles like dust on the shoulders of the old friends
Can you imagine us years from today, Sharing a parkbench quietly How terribly strange to be seventy
Old friends, memory brushes the same years, Silently sharing the same fears
O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás
E Para falar-vos de Rock, começo pelos Creedence Clearwater Revival. Que podemos nós dizer deste grupo?
Que trouxe o rock and roll, de volta às suas raízes, cantor, escritor de canções, guitarrista e líder John Fogerty, lutou pelo restabelecimento das raízes do Rock and Roll. Os seus elementos chaves foram rebuscados em bandas que tocavam em Bares cerca de uma década antes de partir para o sucesso nos últimos anos da década de 60, quando acompanhava os Blue Velvets formados, em 1959, por seu irmão Tom Fogerty, o basista Stu Cook e o baterista Doug CosmoClifford, uma banda instrumental constituída por estes três rapazolas, em El Cerrito, localidade situada ao longo da Baía de S. Francisco.
O grupo só se encontrou quando John, tomou conta da direcção da banda, cantando e escrevendo as suas canções.
No seu primeiro álbum como Creedence Clearwater Revival, em 1968 (quando eu pisava e repisava as Lânguas das savanas de Marrupa), o grupo tocava e cantava os êxitos dos anos 50, I Put a Spell on You andSuzie Q. Mas a banda só brilhou com Proud Mary um número simples no início de 1969 (ano em que eu brincava às guerras com os meus Jaguares pelos contrafortes das montanhas do Maniamba) que demonstrou o talento de John Fogerty
Foi a grande partida para uma torrente de grandes clássicos como o empertigado Little Richard, cantor onde se inspiraram nos últimos 2 anos, incluindo:
Bad Moon Rising; "Down on the Corner; Travelin Band; Wholl Stop the Rain; Up Around the Bend e, Lookin Out My Back Door.
Quando os Beatles quebraram, no início dos anos 70, foram os CCR que deram competição. Mas John Fogerty em 1971 desentende-se com o grupo, passou a trabalhar só e o grupo ficou reduzido a três, mas sem êxito. Pensavam em voltar a juntar-se, mas foi apenas um sonho. Tom Fogerty morreu em 1990, e o grupo ficou sem hipótese de se voltar a reunir. Em 1984, John Fogerty, na sua caminhada solitária, tinha lançado o seu álbum, Centerfield.
Quando, no início da sua marcha para uma curta glória, com marca universal, em 1968, John dizia que queria fazer gravações que tocassem na rádio, pelo menos, durante 10 anos. Três décadas mais tarde as canções de Creedence, incluindo Proud Mary, Born on the Bayou, Bad Moon Rising, and Green River são um núcleo dos clássicos do rock and roll!
Sob a tutela de Fogerty, Creedence Clearwater Revival, definiu o espírito e o som do rock and roll, tão autêntico como nenhum grupo americano tinha feito.
Com a adição de John ao grupo, substituíram a etiqueta Blue Velvets por Golliwogs (Fantasmas), um grupo com sonoridade mais inglesa, tocavam em danças locais e em 1964 assinaram com a produtora Fantasy Records.
Como Golliwogs, gravaram sete discos sem êxito de audição pelo público em geral. Finalmente apareceu uma nova etiqueta Creedence Clearwater Revival, com John Fogerty agora firme no topo como guitarrista, cantor, escritor das canções e produtor, e relançou-se com a clássica Suzie Q. Desde então, os hits chegaram e a banda lançou seis álbuns de poderosas e belas raízes orientadas para o rock and roll entre 1968 e 1970.
Creedence Clearwater Revival; Bayou Country; Green River; Willie and the Poorboys; Cosmos Factory e, Pendulum.
Dez dos singles de Creedence quebraram o Top Ten durante 1968-71. Embora o grupo não fosse abertamente político, algumas das suas canções particularmente Fortunate Son e Wholl Stop the Rain expressaram eloquentemente a resistência à contracultura para com a Guerra do Vietnam e simpatia para com aqueles que estavam lutando no que agora permanece como hinos daqueles tempos turbolentos.
O termo raízes do Rock ainda não tinha sido inventado quando apareceram os Creedence, mas, de uma forma real, eles definiram-no acarretando a inspiração de Little Richard, Hank Williams, Elvis Presley, Chuck Berry e os artistas do soul em Motown e Stax. Assim, os Creedence Clearwater Revival tornaram-se, nos porta-estandartes e os primeiros celebrantes da guarda territorial da música de rock americana.
On the Road
BAD MOON RISING (J.C. Fogerty)
I see the bad moon arising. I see trouble on the way. I see earthquakes and lightnin'. I see bad times today.
CHORUS: Don't go around tonight, Well, it's bound to take your life, There's a bad moon on the rise.
I hear hurricanes ablowing. I know the end is coming soon. I fear rivers over flowing. I hear the voice of rage and ruin.
CHORUS All right!
Hope you got your things together. Hope you are quite prepared to die. Looks like we're in for nasty weather. One eye is taken for an eye.
CHORUS CHORUS
O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás
Já estou maluco de ouvir a música do Ventor! Já ando aos trambolhões! Eh! Eh! Eh! ...
E ainda não encontrei o que procuro!
Já subi altas montanhas, já corri por muitos campos, já rastejei, já escalei os muros da cidade, beijei os teus lábios de mel, ... apenas para estar contigo e ... que aconteceu? Ando por aqui aos trombalhões e ainda não encontrei o que procuro!
Mas depois de ouvir esta música dos U2, tento levantar-me, tropeço, caio e continuo procurando com mais animosidade. Ningué me ajuda?
Vamos lá rapaziada. O Ventor está a caminho ...
O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás
Pois eu ainda não me esqueci! Por isso para a recordar e ajudar-vos a relembrá-la, vou colocá-la aqui! Esta bela canção de Nico Fidenco veio-me à memória num dia que fui à Gulbenkian! Tirei algumas fotos e entre elas apanhei esta!
A Casa d'Irene
A primeira coisa que recordei ao olhar para a árvore, e vi o ninho velho, foi: "olha a Casa d'Irene"!
Lembrei-me da canção e achei que a casa de que fala o Nico Fidenco seria como essa da imagem. Terá sido uma casa linda! Vamos então recordar o Nico Fidenco, aqui, na Rádio ventor.
A C A S A D' I R E N E (Maresca e Pagano) CANTA ORIGINAL: NICO FIDENCO
I giorni grigi sono le lunghe strade silenziose di un paese deserto e senza cielo
A casa d'Irene si canta si ride c'è gente che viene c'è gente che va A casa d'Irene bottiglie di vino a casa d'Irene stasera si va
Giorni senza domani e il desiderio di te
Sono quei giorni che sembrano fatti di pietra Niente altro che un muro sormontanto da cocci di bottiglia
E poi ci sei tu a casa d'Irene e quando mi vedi tu viene da me mi guardi negli occhi mi prendi una mano e in silenzio mi porti con te
Giorni senza domani e il desiderio di te
Nei giorni grigi io so dove trovarti i giorni grigi mi portano da te a casa d'Irene a casa d'Irene
O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás
Não interessa o que diz, mas interessa ouvir a sua melodia. Mas se gostarem de saber o que diz aqui fica a letra, tal e qual. Se repararem bem, mesmo para quem não saiba inglês, a melodia diz-nos tanta coisa! Escutam então estes dois!
Com esta canção tiveram o Mundo a seus pés!
E eu? Eu continuo a ouvi-los desde 1965!
I Got You Babe: Sonny and Cher
HER: They say we're young and we don't know
We won't find out until we grow
HIM: Well I don't know if all that's true 'Cause you got me, and baby I got you
HIM: Babe
BOTH: I got you babe
I got you babe
HER: They say our love won't pay the rent
Before it's earned, our money's all been spent
HIM: I guess that's so, we don't have a pot
But at least I'm sure of all the things we got
HIM: Babe
BOTH: I got you babe
I got you babe
HIM: I got flowers in the spring
I got you to wear my ring
HER: And when I'm sad, you're a clown
And if I get scared, you're always around
HER: Don't let them say your hair's too long 'Cause I don't care, with you
I can't go wrong
HIM: Then put your little hand in mine
There ain't no hill or mountain we can't climb
HIM: Babe
BOTH: I got you babe
I got you babe
HIM: I got you to hold my hand
HER: I got you to understand
HIM: I got you to walk with me
HER: I got you to talk with me
I got you to kiss goodnight
I got you to hold me tight
I got you, I won't let go I
got you to love me so
BOTH: I got you babe
I got you babe
I got you babe
I got you babe
I got you babe
Mas fica sempre alguma coisa como isto, não fica?
HIM: I got flowers in the spring
I got you to wear my ring
HER: And when I'm sad, you're a clown
And if I get scared, you're always around
HIM: I got you to hold my hand
HER: I got you to understand
HIM: I got you to walk with me
HER: I got you to talk with me
I got you to kiss goodnight
I got you to hold me tight
I got you, I won't let go
I got you to love me so
Vejam se é ou não bela esta canção! Se nos diz ou não diz muito. Esta canção é bela. E mais! Ela faz parte de uma geração de OURO
O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás