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As minhas músicas

Pilantras - o Ticas Esta era a figura que o Pilantras fazia quando vivíamos na Amadora. Entre eu e ele estava uma porta. Eu ouvia música, se...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Olá, Amália

  Ventor 06.10.2008

Disseste-nos adeus e morreste, mas nós não te esquecemos e, por isso, ficas aqui para te ir ouvindo sempre que posso e quem mais quiser.

Tu foste grande Amália

Ainda hoje ouço aquele apelo daqueles que sonhavam com a liberdade: "Amália anda, não fiques à varanda".

E, não esqueço o teu sorriso! Tu estavas connosco!

Tu continuas connosco!

São 9 anos de saudade!

O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

The Sun Ain't Gonna Shine Anymore

   Ventor 24.09.2008

The Sun Ain't Gonna Shine Anymore

The Walker Brothers

Quado ouço esta música, fico com a sensação que o título desta canção se tornará uma realidade, mais próximo do que o imaginado.

Mas, também, relativamente ao mesmo título e sem saber o que terá levado o autor da canção e os Walker Brothers a utilizá-lo, fazendo e cantando esta música, acho que há outro relacionamento com uma certa lógica.

Como eles partiram dos Estados Unidos para a Inglaterra, à procura de outros ares para se imporem como artistas da música, será que, ao esbarrarem com os nevoeiros ingleses, pensaram que não voltariam a ver o seu sol, o meu amigo Apolo?

Isto é apenas um comentário!


Se perdemos o sorriso do meu amigo Apolo, estaremos feitos

Porém, eu acho que foi uma troca perfeita para concretizarem esta música que procuro, em disco CD, para a minha colecção.

Por isso, acho que ela é perfeita para ocupar um pedacinho do espaço da minha Rádio.

O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás

sexta-feira, 2 de março de 2007

Rádio Hoje

 Ventor 02.03.2007

Vamos rolando como o Bob Seger

Hoje, como não podia deixar de ser, tinha de falar de rádio aqui na Rádio Ventor.

Eu também tenho a minha história da rádio!

Há muitos anos descobri uma rádio! Chamava-se Rádio Renascença. Hoje eu não sei se existe a Rádio Renascença! O programa que eu aprendi a ouvir, chamava-se a «Vigésima Terceira Hora». Com o tempo, perdi-me da Rádio Renascença e ouvia um pouco de tudo qualquer que fosse a rádio, sempre que se proporcionava.

Mais tarde, voltei a redescobrir a Rádio Renascença. Levantava-me muito cedo, punha-me actualizado com as notícias enquanto tomava duche ou prolongados banhos de imersão e entretinha-me com o «Bom Dia», a «Bola Branca», etç.,

Por fim achei aquela gente demasiado "tradicionalista" e, porque se dedicavam às touradas, não serviam para meus companheiros de caminhada e, até dei comigo a pensar que me esqueci que existiam!

Tudo isto porque dediquei os meus tempos de audição, às músicas. Em casa ou no carro, ligava sempre o rádio à nova Rádio Nostalgia quando estes apareceram até desaparecerem nas calendas das rádios.

A Rádio Nostalgia oferecia-me música! Muita música e nada de baboseiras. Como sabem, a Rádio Nostalgia desapareceu. Foi transformada em Rádio Clube Português e com isso, chegou o momento de eu dar com a "porta" em todas as rádios que então existiam, mas a Rádio Clube Português, no princípio, manteve-se nas peugadas da Rádio Nostalgia e, por, mais algum tempo, manteve-me «ligado»!

Desde há algum tempo que afastei a Rádio Clube Português dos meus ouvidos, pois para ouvir baboseiras já haviam rádios que chegassem. Agora, comigo, safam-se os CD's e, claro, a minha rádio - a Rádio Ventor. No conjunto das duas rádios, Rádio Ventor e Rádio Quico, tenho cerca de 450 músicas que me animam durante o tempo que estou, por aqui, no computador e para complementar, sempre que me apetece variar, tenho a minha catrefa de CD's, alguns dos quais no Windows Media Player e outros vão entrando e saindo da ranhurinha!

O meu negócio é ouvir música, não é ouvir "paleio rançoso". Para isso estou cá eu!

Assim, em vez de estar sentado no meu carro a ouvir a Rádio Clube Português, mais uma a encher-me a mona de coisas que não sabem a nada, ouço os meus CD's e gatafunho algo que me recorde que a vida continua e que me faz saber que eu estou do lado de cá porque há muita gente do lado de lá.

Gosto de músicas velhas como eu! Músicas que viram passar o tempo e sabem que o tempo não as esqueceu. Elas estão sempre actuais, porque são as músicas que animaram os primórdios da minha vida. Tentei sempre viver nas alegrias e tristezas com as minhas músicas. Elas não me causam tédio, não me aborrecem, apenas me satisfazem. Por isso este post na velha Rádio Ventor. Neste momento continuo com o Bob Seger.

Roll me Away!!

O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás

terça-feira, 16 de maio de 2006

O Fado

  Ventor 16.05.2006

A Amália no seu Barco Negro

Coloquei o fado da Amália, por não ter o da Cristiana.

As minhas músicas são velhas, mas são a meu gosto e são muitas. E isso basta-me!

Mas agora enveredei por uma espécie de alternativa às minhas velhas músicas. Há momentos de saudade e é preciso viver esses momentos e que melhor que o fado para isso?

 


Mas eu acho o fado sempre jovem. Tal como as minhas músicas velhas, sempre jovens e sempre actuais. Hoje apareço aqui, na Rádio Ventor, para vos falar das minhas últimas aquisições musicais. Apenas fado! Quatro CD’s com 47 fados!

 

Pois foi! Desafiaram-me para uma noitada de fados e como não gosto de ser desmancha-prazeres, acedi! Aproveitei um belíssimo jantar e ouvi fados até cerca das 02:00 da manhã. Mas há quem perceba disto e em vez de me deslocar a uma clássica Casa de Fados desloquei-me ao Clube Desportivo de Barcarena. Nem mais!

Tivemos lá, há dias, uma bela noite de fados, cantados por velhadas como eu e por uma jovem a quem prevejo um grande futuro. Espero não me enganar.



Estes azulejos representam o fado em todo o lado. Também me ajudam a esquecer os xailes do Clube Desportivo de Barcarende barcarena

Alguém disse que o fado é o elo mais curto para a saudade. Quem não tem saudades de velhas fadistas como a Hermínia, a Amália e tantos outros? Mas estes fadistas são uma espécie de trovadores do fado. A verdade é que não ficam a dever nada aos grandes cantores fadistas do momento. Mas é preciso sorte para singrar na vida!


Pois ouvi os fadistas e comprei-lhes quatro discos mas coloco aqui esta bela jovem que me fez recordar a Amália.


Eu não percebia nada daquilo e tinha comprado dois discos a dois companheiros dela. Quando ela se chegou junto de mim, com o disco na mão, eu disse-lhe que não estava interessado que já tinha comprado dois. E, dizendo isto, ia pensando que ela ainda poderia vir a ser fadista. Mas depois tive pena dela. Levantei-me, cheguei junto dela na mesa dos fadistas e disse-lhe que sempre queria o seu disquinho. «Arrependeu-se», disse ela. Não, mas acho que sou burro não comprar o disco de quem espero e acredito, venha a ser uma grande fadista! Tinha-a ouvido cantar dois fados e tinha gostado.

Recebeu o dinheiro, assinou o disco, fizemos uma festinha na face, um do outro, e os fados continuaram. Então não é que fiz bem comprar o disco!

Força Cristiana!

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2006

Os Parodiantes

  Ventor 25.01.2006

A minha Rádio não poderia deixar de fazer uma referência a esta gente que teve por fim divertir os portugueses e eu fui um dos que muito se divertiu com eles.

Sempre que podia, na hora, lá estava eu, frente à Rádio, a ouvir os Parodiantes de Lisboa.

Foram tempos, inesquecíveis, esses para pessoas que, como eu, gostavam da Rádio e eu não os esqueço. Por isso, não posso deixar de prestar aqui, na Rádio Ventor, a minha homenagem aos Parodiantes de Lisboa, especialmente na pessoa deste último homem que se despediu de nós hoje o Rui Andrade. Ele leva consigo tudo o que aquele grupo fabuloso nos deu durante tantos anos, mas nós, os que gostamos deles, ficaremos aqui sentados, de copo na mão, a magicar no passado glorioso dessa gente divertida agarrada a um microfone.



Eles passaram a vida vergados a uma coisa, semelhante a esta - chamada micro - com a vontade de nos agradar.

E agradaram! Parece-me que já não há ninguém que, na Rádio, volte a conseguir animar tanta gente como os Parodiantes de Lisboa (os tempos são outros) e eu bem os recordo, nas suas investigações dos fabulosos Patilhas e Ventoinha, e nos divertimentos proporcionados pelo Compadre Alentejano, pelo Menino Arnestinho  e muitos outros. Até sempre Rui Andrade.

Como diz a Maria da Fé, no seu fado... Valeu a pena!

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