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As minhas músicas

Pilantras - o Ticas Esta era a figura que o Pilantras fazia quando vivíamos na Amadora. Entre eu e ele estava uma porta. Eu ouvia música, se...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Cherokees with Amazing Grace

  Ventor 25.06.2010

Amazing Grace cantada por Nativos Americanos. Ua maravilha, pelo conjunto do som e das imagens.


 Uma beleza ouvir Walela, cantando e caminhando com lindas imagens, obrigando-nos a sonhar.
 
Considero este vídeo uma maravilha.
Gostaria de ouvir, agora impossível, o Jon Denver cantar esta música, caminhando nas pradarias do West Americano. Nem sei se ele cantou Amazing Grace, mas sei que a voz de Walela nos encanta. Ela nos faz caminhar junto dos espíritos!
 
Atrevo-me a deixar aqui votos de felicidades para Walela e o seu povo.

O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Dia da Música Europeia

  Ventor 21.06.2010

Hoje, 21 de Junho, é o dia da música europeia.

Há 49 anos que eu corro atrás da música que, vinda da Europa, dos vários cantos da Europa, fui captando através dos meus ouvidos.

Por isso, hoje, tantos anos depois, vou prestar a minha homenagem a toda a música europeia.

Não vou escolher Beethoven, não vou escolher Mozart, não vou escolher Verdi, não vou escolher Bach, não vou escolher Richard Wagner, nem nenhum de muitos famosos músicos que deixaram e continuam a deixar a Europa atenta a sons inesquecíveis.

Também não vou escolher muitas das músicas ligeiras europeias que me encantaram desde os anos 60. 

Mas vou escolher uma! .. ou melhor ... duas!

Duas que vão representar todas por igual. Pelo menos, todas aquelas que conquistaram os meus ouvidos!

And the Winner is ... Sylvie Vartan!

Si je chante, c'est pour toi.

 

Eu sei, eu sei que ela sempre cantava para mim

Quem me dera dizer isto tão alto que a Sylvie pudesse ouvir onde quer que se encontre. E quem me dera, que ela não só ouvisse o título, mas eu ser capaz de dizer e cantar a sua bela canção!

Foi com ela e com muitos outros que eu aprendi a gostar da música que nos vinha de França, da Inglaterra, da Itália, ... dos vários pontos da Europa.

Honro a todos por igual mas, a portadora dessa honra é, e será sempre, a Sylvie Vartan.

Longos anos a ti e á tua música Sylvie Vartan. 


Et, je le sais aussi, q'ele etais, elle est, "la pluis belle pour aller dancer"


O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Músicas Imortais

  Ventor 24.05.2010

A beleza da música, com batuta de André Rieu

Como momentos musicais podem transformar-se na beleza da vida

São musicas que nunca morrem e, por nunca morrerem, são imortais.

Ouça esta música (conjunto de músicas) por André Rieu.

O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás

sexta-feira, 26 de março de 2010

A Mala de Cartão

  Ventor 26.03.2010

Um dia, num verão da década de oitenta, caminhava eu por Arcos de Valdevez, naquele belo local a que chamam Campo. O tal local que, fica na margem direita do rio Vez, e cujo conjunto, Campo-Vez, terá sido, sempre, uma beleza da Natureza. Se calhar, foi a sua beleza que tramou o nosso "primo galego" ou "primo leonês" - o Afonso VII!

Mas caminhava eu, então, ao encontro da minha gente que andava por ali e, sob o tecto lindíssimo do meu amigo Apolo, ouvi, pela primeira vez, esta canção da Linda de Susa - "A mala de cartão".

 

Esta mala é mais de madeira mas, a de cartão é semelhante 

Na altura fui levado, mentalmente, a atravessar fronteiras - as fronteiras do desconhecido - tal como a Linda de Susa e quase toda a minha gente que partiu, das minhas belas montanhas, à procura de outros sóis.

Por isso, e sabendo eu como muitos sofreram, na carne, o estigma da emigração, deixo aqui a bela canção da Linda de Susa, para recordar e para prstar a minha homenagem a todos que usaram a velha mala de cartão.

Eu também caminhei com uma, que tinha andado por terras de Espanha e de França e que, tal como eu, ainda teve forças para caminhar, junto comigo, fazer a "guerra" em África! E sabem uma coisa? Lamento não ter, ainda hoje, esse malinha. 

Deixo-vos, então, com a "Mala de cartão" da Linda de Susa

O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás

domingo, 12 de julho de 2009

Vou falar-vos de Roc

  Ventor 12.07.2009

Creedence Clearwater Revival

E Para falar-vos de Rock, começo pelos Creedence Clearwater Revival.
Que podemos nós dizer deste grupo?

Que trouxe o rock and roll, de volta às suas raízes, cantor, escritor de canções, guitarrista e líder John Fogerty, lutou pelo restabelecimento das raízes do Rock and Roll. Os seus elementos chaves foram rebuscados em bandas que tocavam em Bares cerca de uma década antes de partir para o sucesso nos últimos anos da década de 60, quando acompanhava os Blue Velvets formados, em 1959, por seu irmão Tom Fogerty, o basista Stu Cook e o baterista Doug Cosmo”Clifford, uma banda instrumental constituída por estes três rapazolas, em El Cerrito, localidade situada ao longo da Baía de S. Francisco.

O grupo só se encontrou quando John, tomou conta da direcção da banda, cantando e escrevendo as suas canções.

No seu primeiro álbum como Creedence Clearwater Revival, em 1968 (quando eu pisava e repisava as Lânguas das savanas de Marrupa), o grupo tocava e cantava os êxitos dos anos 50, I Put a Spell on You and“Suzie Q. Mas a banda só brilhou com Proud Mary um número simples no início de 1969 (ano em que eu brincava às guerras com os meus Jaguares pelos contrafortes das montanhas do Maniamba) que demonstrou o talento de John Fogerty

Foi a grande partida para uma torrente de grandes clássicos como o empertigado Little Richard, cantor onde se inspiraram nos últimos 2 anos, incluindo:

“Bad Moon Rising”;
"Down on the Corner”;
“Travelin’ Band”;
“Who’ll Stop the Rain”;
“Up Around the Bend” e,
“Lookin’ Out My Back Door”.

Quando os Beatles quebraram, no início dos anos 70, foram os CCR que deram competição. Mas John Fogerty em 1971 desentende-se com o grupo, passou a trabalhar só e o grupo ficou reduzido a três, mas sem êxito. Pensavam em voltar a juntar-se, mas foi apenas um sonho. Tom Fogerty morreu em 1990, e o grupo ficou sem hipótese de se voltar a reunir. Em 1984, John Fogerty, na sua caminhada solitária, tinha lançado o seu álbum, Centerfield.

Quando, no início da sua marcha para uma curta glória, com marca universal, em 1968, John dizia que queria fazer gravações que tocassem na rádio, pelo menos, durante 10 anos. Três décadas mais tarde as canções de Creedence, incluindo Proud Mary, Born on the Bayou, Bad Moon Rising, and  Green River são um núcleo dos clássicos do rock and roll!

Sob a tutela de Fogerty, Creedence Clearwater Revival, definiu o espírito e o som do rock and roll, tão autêntico como nenhum grupo americano tinha feito.

Com a adição de John ao grupo, substituíram a etiqueta Blue Velvets por Golliwogs (Fantasmas), um grupo com sonoridade mais inglesa, tocavam em danças locais e em 1964 assinaram com a produtora Fantasy Records.

Como Golliwogs, gravaram sete discos sem êxito de audição pelo público em geral. Finalmente apareceu uma nova etiqueta Creedence Clearwater Revival, com John Fogerty agora firme no topo como guitarrista, cantor, escritor das canções e produtor, e relançou-se com a clássica “Suzie Q.
Desde então, os hits chegaram e a banda lançou seis álbuns de poderosas e belas raízes orientadas para o rock and roll entre 1968 e 1970.

Creedence Clearwater Revival;
Bayou Country;
Green River;
Willie and the Poorboys;
Cosmo’s Factory e,
Pendulum.

Dez dos singles de Creedence quebraram o Top Ten durante 1968-71. Embora o grupo não fosse abertamente político, algumas das suas canções  particularmente Fortunate Son e Who’ll Stop the Rain expressaram eloquentemente a resistência à contracultura para com a Guerra do Vietnam e simpatia para com aqueles que estavam lutando no que agora permanece como hinos daqueles tempos turbolentos.

O termo raízes do Rock ainda não tinha sido inventado quando apareceram os Creedence, mas, de uma forma real, eles definiram-no acarretando a inspiração de Little Richard, Hank Williams, Elvis Presley, Chuck Berry e os artistas do soul em Motown e Stax.
Assim, os Creedence Clearwater Revival tornaram-se, nos porta-estandartes e os primeiros celebrantes da guarda territorial da música de rock americana.

On the Road

BAD MOON RISING (J.C. Fogerty)

I see the bad moon arising.
I see trouble on the way.
I see earthquakes and lightnin'.
I see bad times today.

CHORUS:
Don't go around tonight,
Well, it's bound to take your life,
There's a bad moon on the rise.

I hear hurricanes ablowing.
I know the end is coming soon.
I fear rivers over flowing.
I hear the voice of rage and ruin.

CHORUS
All right!

Hope you got your things together.
Hope you are quite prepared to die.
Looks like we're in for nasty weather.
One eye is taken for an eye.

CHORUS
CHORUS

O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás